Trocar de contador dá trabalho e risco?
A transição é conduzida por nós: levantamento da situação contábil e fiscal, solicitação formal dos arquivos ao escritório anterior, conferência de saldos e obrigações pendentes e assunção da rotina em data acordada. Você não fica descoberto em nenhum momento — e não precisa mediar a conversa.
Preciso mesmo me mexer agora por causa da Reforma?
Sim, e por um motivo prático: a maior parte do trabalho é anterior à mudança de alíquota — revisão de cadastro, classificação fiscal de produto e serviço, apuração de crédito e simulação de impacto no preço. Isso leva tempo e não se faz na véspera. Quem começa depois convive com divergência acumulada.
Como a inteligência artificial é usada no trabalho?
Como ferramenta de produção, não de decisão. Ela permite processar mais dados em menos tempo — leitura de documentos, cruzamentos e verificações — para que a revisão alcance tudo, e não uma amostra. A análise, a interpretação da norma, a recomendação e a responsabilidade técnica continuam sendo de um contador registrado.
Quanto custa?
O honorário é definido depois do diagnóstico exploratório, porque depende do volume de documentos, do regime tributário, do número de empregados e do escopo contratado. Preço fechado antes de olhar a operação costuma custar mais caro depois — em retrabalho ou em serviço que não cabe.
Vocês atendem empresas fora de Belo Horizonte?
Sim. O escritório fica em BH, com atendimento presencial na capital e região metropolitana, e a rotina remota é estruturada para clientes de outros estados, com o mesmo calendário de entregas e as mesmas reuniões de resultado.
Minha empresa precisa mesmo de controladoria?
O que define não é o tamanho, e sim a complexidade: número de contas, regimes envolvidos, sócios, unidades e nível de decisão. Se você não sabe hoje qual produto ou serviço dá lucro, ou descobre o resultado só depois do mês fechado, a resposta costuma ser sim.